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O que a Copa do Mundo de 2002 ensina sobre comunicação interna

Em 2002, nas quartas de final da Copa do Mundo, Brasil x Inglaterra estava empatado em 1 x 1 quando Ronaldinho Gaúcho cobrou uma falta de muito longe, encobrindo o goleiro David Seaman e marcando um dos gols mais emblemáticos da competição. 

Confira aqui esse grande golaço.

Anos depois, Ronaldinho contou em entrevistas que tinha estudado o goleiro antes do jogo: assistiu a vídeos, observou o posicionamento e percebeu que Seaman costumava dar alguns passos à frente. Essa leitura de comportamento foi decisiva para o golaço.

Para quem trabalha com comunicação interna, RH e Endomarketing, essa história é um roteiro perfeito: conhecer o “comportamento do goleiro” (o público interno) muda completamente o jogo.


Estudar o “goleiro” antes de chutar: conhecer o público interno de verdade

Na comunicação interna, muita gente ainda “chuta” tentando acertar. No entanto, como Ronaldinho nos ensinou, é extremamente importante conhecer bem aqueles que irão receber a mensagem, para garantir que ela não só seja certeira, mas bem compreendida.

Use métricas como condutoras das decisões.

• Taxa de visualização por canal (intranet, app, Allert, e-mail, Teams, etc.).

• Horários com maior audiência.

• Formatos mais consumidos (texto curto, card, vídeo, etc.).
Faça pesquisas pulse e escuta ativa

• Pesquisas rápidas sobre canais preferidos, frequência ideal e temas relevantes.

• Grupos focais com diferentes perfis (campo, fábrica, escritório, liderança, operação).
• Converse com quem recebe a comunicação

• Almoço com áreas, entrevistas curtas, rodas de conversa.

• Pergunta simples e poderosa: “Como você prefere receber informação importante da empresa? Quanto melhor você conhece o público, mais chances de acertar o ângulo certo da mensagem.


Planejamento + leitura de jogo: estratégia e agilidade na comunicação

Felipão (técnico) ficou conhecido por ser estrategista e, ao mesmo tempo, flexível. A Seleção chegava com plano, mas ajustava conforme a partida pedia.

O que aconteceu em 2002:

• O Brasil não começou a Copa como grande favorito, mas Felipão montou uma estratégia de jogo consistente.

• Houve mudanças importantes ao longo do torneio (escalação, substituições, ajustes táticos).

Na comunicação, é comum ver dois extremos:

Tudo improvisado, com avisos de última hora, sem planejamento, sem calendário ou tudo muito muito engessado, com plano anual que não se adapta à realidade. No entando, o cenário ideal é um meio termo, onde o planejamento e a versatilidade caminham juntos.

Como aplicar na prática:

• Tenha um calendário mestre, mas não o trate como dogma

• Defina campanhas anuais (segurança, saúde, compliance, cultura, metas), datas-chave e temas.

• Reserve “espaços em branco” no calendário para comunicações emergenciais ou ajustes.

• Use dados para fazer substituições táticas

• Se um canal está com baixa audiência para um público, teste outro (ex.: do e-mail para alertas em tela, do mural físico para app, etc.).

•  Faça pós-jogo: O que funcionou? / O que não funcionou? / O que os colaboradores disseram?


Canais certos para o momento certo: versatilidade é a chave.

Situações diferentes pedem estratégias diferentes para conquistar aquele golaço: cobrança de falta, cruzamento, chute de fora da área, tabela, bola parada, contra-ataque.

Portanto, analisar os canais e usá-los com sabedoria é a chave para uma comunicação eficiente.

Mapeie quando usar cada canal. Exemplo:

Comunicados críticos ou pesquisas que necessitam de respostas em grande escala → canais ativos como  Allert, envio direto para a tela e com confirmação de leitura.

Conteúdos de reforço → intranet, newsletters, redes internas.

• Alinhamentos sensíveis → falas de liderança em reuniões e lives internas.

• Integre canais

• Use alertas para levar a pessoa a detalhes na intranet ou em um hub de conteúdo.

• Conecte e-mail / app / reuniões com a mesma narrativa, adaptando a profundidade.


A Copa do Mundo de 2002 deixa uma lição clara para quem vive comunicação interna: ela é fruto de preparo, estudo, escolha inteligente de canais e, principalmente, compreensão real de quem está do outro lado da mensagem.

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Sobre a Tibox

A TiBox é uma empresa de tecnologia fundada em 2010, com sedes em São Paulo e Florianópolis, especializada em comunicação interna digital. Seu principal produto é o Allert, uma plataforma que transforma dispositivos em canais de comunicação segmentada e programada. A equipe é multidisciplinar e atende grandes empresas.

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